2 Comentários
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Avatar de Felipe Wohnrath

Curto demais esse case... representa muitos dos valores que gosto de cultivar no trabalho em Marketing & Comunicação, sendo o principal deles a autenticidade. O que me chama atenção nessa história é esse risco que a marca corre de "não pertencimento". Uma marca autoral, incumbente, nativa digital, jamais poderia nascer dentro de uma Unilever da vida (pela própria vocação das firmas multinacionais, é algo natural elas não terem essa habilidade). Ir para lá não fere os princípios de negócios que os consumidores compraram antes? O risco de perder a base fiel é compensando pela oportunidade de acessar novos mercados (globais)? Não tenho respostas prontas, mas certamente valeria um estudo da percepção do público sobre a marca pós-compra.

Avatar de Pedro Campos

É uma ótima pergunta, Felipe. Provavelmente sim, mas é aquela conversa... se vc perguntar pros fundadores por que é que eles venderam a marca sabendo que isso poderia não agradar os consumidores, provavelmente eles responderiam "já te ofereceram 1 bi?" hahaha

Pra mim, as grandes multinacionais compram essas marcas para matá-las. Uma dr squatch por exemplo tem um discurso antiquimico que fede inclusive marcas grandes da própria empresa...